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Lançamento de livro de Fr. Gonçalo Diniz

 
 
O Fr, Gonçalo Diniz, actual Prior do Convento do Porto, defendeu com êxito, o ano passado, a sua tese de doutoramento. Ela foi agora publicada pela Universidade Católica, com o título «O clamor do não-homem», e o lançamento público será on-line, dia 3 de Dezembro, às 18h. O Professor da UCO Jorge Cunha fará a apresentação do livro.
 
Os interessados em participar no evento de lançamento poderão inscrever-se aqui.
 
Fr. José Nunes op.

 

 


Frei Pedro (19/03/1940 — 09/11/2020)

Afinal, os seus olhos já eram o céu e o seu sorriso eternidade. A sua bondade era a esperança que nos guiava, corrigia, que nos interpelava para sermos melhores.

Por vezes, a sua presença pacificadora bastava, para devolver-nos a paz.

Escutava como ninguém e constantemente dizia-nos para escutar. Escutar verdadeiramente, com cuidado e tempo oferecido, como quem se põe no lugar do outro.

Mas não era só o escutar, era a acção concreta, era a construção de pontes, era a abertura ao diálogo e à ponderação.

Era serenidade, sensatez, simplicidade.

O importante para si era cuidar do rebanho, de ovelhas ou de homens, chamá-lo pelo nome, alegremente, com a doçura e proximidade que a relação provoca.

Era a imagem de Jesus. Era a santidade concreta. Era a alegria interior de quem vive para e com Deus.

Era paciência. Era tanta paciência, daquela carregada de paz e entrega!

Era abandono, desapego. Era fé, esperança e caridade.

Ficamos infinitamente mais pobres, mas incrivelmente ricos com o testemunho de vida que nos deixa.

Meu tão querido Frei Pedro, obrigada. Obrigada.

Leonor Mexia Kendall

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Faleceu esta manhã, no Porto, o m/ querido Frei Pedro O.P.

 Alguns de vós tê-lo-ão conhecido mais vaga ou superficialmente; outros terão podido sentir a doçura do seu sereno, quase tímido, olhar.

 Numa ordem religiosa de pregadores brilhantes, ele era um discreto e sólido porto seguro, o mais fiel rosto de Deus Pai. Assentava-lhe bem o nome que escolheu. Não que fosse uma espécie de calhau frio, mas, antes, como que um penedo, sólido, que nos apontava o céu e sobre o qual poderíamos construir uma comunidade; fosse uma simples e juvenil Equipa de São Domingos, fosse um convento, fosse uma vasta província de uma grande ordem religiosa.

 Não lhe faltavam dotes de pregador, mas não eram eles que sobressaíam…, sereno, calmo, afável, sempre acolhedor, humilde, poderia passar discreto, poderia alguém não reparar nele, mas, quem reparasse, descobria um tesouro.

 Como escreveu a sobrinha ao dar a triste notícia, o seu «sorriso amigo, o espírito alegre e o olhar que transmitia paz permanecerá sempre nos nossos corações». Justamente; sem dúvida, permanecerá no meu! Com uma enorme saudade.

 Concluiu a sua longa jornada, particularmente difícil na sua parte final do percurso. Como semeador da parábola, foi deixando cair sementes ao longo do caminho. Agora concluiu-o e chegou à casa do Pai. A lágrima que verto não é por ele, é por mim, porque não o visitei enquanto peregrino; nem enquanto doente. Mas ele, sim, esteve presente quando o chamei.

 Em Algés, a missa das 19:00h hoje, dia do S/ passamento, será celebrada por intenção dele. Não creio que ele careça de grande sufrágio, mas, orando por sua intenção evocarei(mos) o S/ testemunho e rezaremos por nós próprios e pela falta que ele nos faz.

 Pedro Cruz, 2020/11/09

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(…)O seu bom-humor parecia nascer da alegria transbordante de ter Cristo como irmão e de reflectir na relação com qualquer pessoa a mesma fraternidade. Foi das pessoas que mais me ensinou sobre o que é ser cristão no quotidiano, sem precisar de dizer nada, dando o exemplo sem na verdade o procurar dar. Foi um homem bom e discreto nessa bondade. Talvez porque soubesse que essa bondade não era “dele”, era de Deus. (…)confesso que em tempos recentes pensava que ainda o voltaria a ver, recuperado. Assim não foi. O fr. Pedro partiu hoje deste mundo para outra morada, mas permanecerá connosco. Que Deus o acolha.

Sérgio Dias Branco, op

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Bem aventurados os puros de coração, os que reconhecem no mundo e nos outros a bondade que transfigura o seu olhar, os simples e humildes (tão humildes), os acolhedores e facilitadores, os que confiam sem reservas e sabem que a missão do reino é mesa e responsabilidade partilhadas. Bem aventurados os que se apagam e se tornam despercebidos para que outros brilhem quando esse é o bem maior.

Querido Frei Pedro,

Não esquecerei como fez da sua a minha casa, no dia da minha Missa Nova, e aceitou estar como um mais, como um convidado.

Não me esqueço do espaço dado em alguns momentos para que pudesse levar “aos seus” um pouco do carisma que me guia. Sem reservas, em escondimento e alegria sincera.

A Igreja da terra perde um homem bom que estará no céu a fazer-nos bem, sorrindo e sem barulho.

Aleluia.

José Mª Brito, SJ


Fratelli Tutti – Encíclica

CARTA ENCÍCLICA
FRATELLI TUTTI
DO SANTO PADRE
FRANCISCO
SOBRE A FRATERNIDADE
E A AMIZADE SOCIAL

Oração em Família Dominicana – 7 de Outubro

A 7 de Outubro de 2020, na festa do Santo Rosário, a Família Dominicana é chamada a rezar os Mistérios Gloriosos do Rosário às 20 horas, hora local. Se possível, partilharem a transmissão em directo online.

«Nós oferecemos a Deus estes dias de penitência e oração por estas intenções: em sufrágio por aqueles que morreram durante a pandemia; pelas intenções dos seus familiares enlutados; por aqueles que continuam a sofrer as consequências da pandemia e por aqueles que se dedicam a alivar o seu sofrimento

fr. Gerard Timoner, op
Mestre da Ordem


Fr. Mateus Peres, OP

Luisa CABRAL, Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, Vol. VI, Europa-América
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PERES, Frei MATEUS Nuno CARDOSO [N. Lisboa, 1933 — 2020 ]
Foi membro activo de um grupo de grande relevo na renovação do catolicismo português. Figura internacional da Ordem dos Pregadores (Dominicanos), é um dos teólogos de contribuição mais original na renovação da teologia moral na Igreja portuguesa no pós-Concílio Vaticano II. Licenciou-se em Direito em 1956, ano em que ingressou na
Ordem. Como dominicano, estudou em Fátima e em Otava (Canadá). Foi ordenado presbítero em 1962.

Pertenceu, com efeito, a uma geração de católicos que, marcada por preocupações políticas e sociais, constituiu uma referência obrigatória na década de cinquenta-sessenta em Portugal. João Bénard da Costa retrata-a do seguinte modo: «Na JUC, entre os `contestatários havia dois ramos distintos: o dos ‘sociólogos’ (mais bem ‘comportados’ e menos ‘intelectuais’) e o dos ‘vanguardistas’, quer em posições políticas, quer no interior da Acção Católica, quer numa predominante atenção aos fenómenos estéticos mais inconformistas. Esses eram (éramos) […] o Nuno Peres (já então Frei Mateus Cardoso Peres OP), o Nuno Portas, o Nuno Bragança, o Luís Sousa Costa, o Pedro Tamen, o Alberto Vaz da Silva, o M. S. Lourenço, o Cristóvão Pavia, o José Escada, o Manuel de Lucena, o José Domingos Morais, o Duarte Nuno Simões — o Mário Murteira e o Carlos Portas eram a charneira entre os dois grupos» (João B. da Costa, «Meus tempos, meus modos» in Diário de Notícias, «Revista de Livros», 9/11/83,1).

Com alguns entusiastas desse grupo, Frei Mateus C. Peres participou na criação do CCC (Centro Cultural de Cinema – Cineclube de Universitários para uma Cultura Cinematográfica Cristã), que teve o seu início em Novembro de 1956.
Colaborou em O Tempo e o Modo: Revista de Pensamento e Acção — importante espaço de diálogo e confronto de diferentes sensibilidades culturais, políticas e religiosas—, tratando do significado histórico e impacto do Concílio Vaticano II (1963-1965) no «agiornamento» interno da Igreja e na sua relação com o mundo contemporâneo. A problematização teológica introduzida em Portugal por Frei Mateus nos seus estudos — «A Igreja entre Duas Guerras (TM, 16-17, 1964), “Tradição e Progresso” (TM, 18, 1964), “A 4a Sessão: O Concílio e a Igreja”»(TM, 32, 1965) — é hoje considerada pelos analistas dessa época como um contributo único para a compreensão da novidade doutrinal e pastoral do Vaticano II (cfr. tese de licenciatura em Teologia de Nuno E. Ferreira in Lusitânia Sacra, 2.a série, 6, 1994, pp.129/294). O recurso ao pseudónimo Manuel Frade, com que assinou o último destes artigos, revela as dificuldades e limitações que existiam na Igreja portuguesa, então à margem desse acontecimento mundial.

Fez parte da primeira direcção internacional da famosa revista teológica Concilium, editada em português pela Livraria Morais Editora (1965), devido ao empenhamento de A. Alçada Baptista. Era esta a forma de Portugal e o Brasil terem acesso à grande renovação teológica pós-conciliar.

Pertenceu ainda à equipa que, no âmbito das actividades dessa revista, lançou entre nós os «Colóquios para Assinantes», destinados sobretudo a equacionar as questões da Igreja portuguesa à luz de um Concílio por ela praticamente ignorado.
Frei Mateus C. Peres tem dedicado a sua vida à renovação da teologia moral na investigação e no ensino. A partir de 1963, no «Studium Sedes Sapientiae» dos dominicanos, em Fátima; de 1967 a 1972, em Otava; depois no Porto, no ISET, ICHT, finalmente, na Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa, na sua sede do
Porto e, mais tarde, em Lisboa.

Ocupou vários cargos de relevo na sua Ordem: provincial dos Dominicanos Portugueses de 1977 a 1985, assistente para a Vida Intelectual em toda a Ordem de 1989 a 1993 e provincial, de novo, de 1993 a 1997.

É autor de alguma colaboração em obras colectivas e de inúmeros estudos na área da teologia moral, em revistas como Humanística e Teologia, Communio (v. portuguesa), Cadernos ISTA e outras. Muito apreciado como professor e conferencista, investigou as razões históricas e teóricas que contribuíram para a «má reputação da moral» (sic). Ao
fazer da ética uma construção do sujeito — em «uma visão teológica que faça justiça ao sujeito» —, deu um contributo decisivo para a superação de dois persistentes dilemas da teologia e filosofia moral, subjectivismo/objectivismo e autonomia/teonomia. Esta proposta encontra-se na sua obra fundamental, apresentada como tese de doutoramento em 1987, O Sujeito Moral: Ensaio de Síntese Tomista,1992.


Rosário 29 de Abril

ENCONTRO MUNDIAL DO

ROSÁRIO

PARA A FAMÍLIA DOMINICANA

29 DE ABRIL, 21.00 HORAS – 5 MISTÉRIOS GLORIOSOS

 «Exorto a toda a Família Dominicana – frades, monjas, irmãs, leigos, institutos seculares, fraternidades sacerdotais e jovens de todo o mundo a rezar juntos o Rosário segundo este programa elaborado por fr. Lawrence Lew O.P. o nosso Promotor Geral do Rosário».

Fr. Gerard Timoner OP, Mestre da Ordem.

 

No dia 29 de Abril, reunamo-nos nas nossas comunidades ou na nossas casa  para rezar os cinco Mistérios Gloriosos do Santo Rosário, às 9 da noite da noite, hora local. Se possível partilhem por video na internet.

Assim, em todo o mundo, na festa de Santa Catarina, todos os dominicanos e os seus amigos se unirão para rezar o Rosário contra esta pandemia.

Rezemos pelos enfermos, pelos serviços de saúde, pelas famílias dos doentes, pelos que sofrem económica, social e psicologicamente; pela protecção e pela cura.

Depois de cada dezena, por favor, rezai a oração de Nossa Senhora em Fátima «Ó meu Jesus…»


«Estamos todos no mesmo barco»

MOMENTO EXTRAORDINÁRIO DE ORAÇÃO EM TEMPO DE EPIDEMIA

PRESIDIDO PELO PAPA FRANCISCO

Adro da Basílica de São Pedro Sexta-feira, 27 de março de 2022

«Ao entardecer…» (Mc 4, 35): assim começa o Evangelho, que ouvimos. Desde há semanas que parece o entardecer, parece cair a noite. Densas trevas cobriram as nossas praças, ruas e cidades; apoderaram-se das nossas vidas, enchendo tudo dum silêncio ensurdecedor e um vazio desolador, que paralisa tudo à sua passagem: pressente-se no ar, nota-se nos gestos, dizem-no os olhares. Revemo-nos temerosos e perdidos. À semelhança dos discípulos do Evangelho, fomos surpreendidos por uma tempestade inesperada e furibunda. Demo-nos conta de estar no mesmo barco, todos frágeis e desorientados mas ao mesmo tempo importantes e necessários: todos chamados a remar juntos, todos carecidos de mútuo encorajamento. E, neste barco, estamos todos. Tal como os discípulos que, falando a uma só voz, dizem angustiados «vamos perecer» (cf. 4, 38), assim também nós nos apercebemos de que não podemos continuar estrada cada qual por conta própria, mas só o conseguiremos juntos. Continue a ler


Covid1 – UMA CADEIA DE ORAÇÕES

Caras irmãs e irmãos,
Todos os nossos países estão afectados pela pandemia do vírus COVID19. Alguns de nós perderam parentes ou amigos, outros estão infectados.
Muitos estão em quarentena, incapazes de trabalhar, de viajar, com perda de rendimentos e incerteza quanto ao seu trabalho, preocupados com a família e os amigos. Com medo dos dias que virão.
Também muitos dos nossos irmãos e irmãs vivem com receio da ameaça da praga de gafanhotos que ameaça vários países de África.

Neste momento, temos que cuidar dos mais frágeis, daqueles que estão sozinhos, sejam vizinhos ou parentes, membros das nossas comunidades paroquiais ou do nosso prédio, da nossa rua.
Neste tempo de preparação para a Páscoa do Senhor, muitos não podem participar e receber o consolo da Eucaristia. Ou porque não há sacerdotes, ou porque não podem deslocar-se, ou porque a Eucaristia foram canceladas como medida sanitária.

No entanto, sabemos pela fé que Nosso Senhor nunca nos abandona e que a Sua Mãe intercede por nós.
E devemos fazer com que todos e cada um de nossos irmãos e irmãs sintam que, por mais distantes que estejam, por mais isolados, por mais ansiosos e recessivos que possamos estar, temos confiança no Senhor e em nossos irmãos.

Vamos rezar uns pelo outros. Todos os dias.
Como alguém que telefona aos seus pais ou filhos para desejar-lhes um bom dia ou uma boa noite e que tudo corra bem para eles. Uma oração de companhia, de presença solidária, de carinho. Pois todos somos irmãos em Cristo, o Senhor, e ninguém estará sozinho.

Gabriel Silva OP
Coordenador do ICLDF


MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA A QUARESMA DE 2020

franciscus«Em nome de Cristo, suplicamo-vos: reconciliai-vos com Deus» (2 Cor 5, 20)

Queridos irmãos e irmãs!

O Senhor concede-nos, também neste ano, um tempo propício para nos prepararmos para celebrar, de coração renovado, o grande Mistério da morte e ressurreição de Jesus, fundamento da vida cristã pessoal e comunitária. Com a mente e o coração, devemos voltar continuamente a este Mistério. Com efeito, o mesmo não cessa de crescer em nós na medida em que nos deixarmos envolver pelo seu dinamismo espiritual e aderirmos a ele com uma resposta livre e generosa.

1. O Mistério pascal, fundamento da conversão

A alegria do cristão brota da escuta e recepção da Boa Nova da morte e ressurreição de Jesus: o kerygma. Este compreendia o Mistério dum amor «tão real, tão verdadeiro, tão concreto, que nos proporciona uma relação cheia de diálogo sincero e fecundo» (Francisco, Exort. ap. Christus vivit, 117). Quem crê neste anúncio rejeita a mentira de que a nossa vida teria origem em nós mesmos, quando na realidade nasce do amor de Deus Pai, da sua vontade de dar vida em abundância (cf. Jo 10, 10). Se, pelo contrário, se presta ouvidos à voz persuasora do «pai da mentira» (Jo 8, 44), corre-se o risco de precipitar no abismo do absurdo, experimentando o inferno já aqui na terra, como infelizmente dão testemunho muitos acontecimentos dramáticos da experiência humana pessoal e colectiva. Continue a ler


Novo Promotor Geral para o Laicado Dominicano

Frei Juan Ubaldo López Salamanca, O.P.   é o novo Promotor Geral da Ordem para os leigos.

O Mestre da Ordem, Fr. Gerard Timoner,  designou o frei Juan Ubaldo López Salamanca como Promotor Geral do Laicado. É filho da Província de São Luís Beltrão da Colômbia e sucede ao frei Rui Carlos Antunes e Almeida Lopes, que acaba de concluir o seu mandato (23 de Outubro de 2019).

Frei Ubaldo nasceu em Bogotá (Colômbia), entrou na Ordem dos Pregadores em 2000, tomou o hábito no ano seguinte e fez a sua primeira profissão religiosa a 2 de Fevereiro de 2002, para a confirmar solenemente no ano de 2006. Recebeu a ordenação sacerdotal em Julho de 2007.

Estudou Contabilidade Pública na Universidade Jorge Tadeo Lozano de Bogotá; é bacharel em Sagrada Teologia pela Universidade Pontefícia Bolivariana de Medelin, licenciado em filosofia com ênfase em Pensamento Politico e Económico, Mestre em Pedagogia pela Universidade de Santo Tomás de Colômbia.

Foi missionário na Ilha de Arruba (antilhas Holandesas), Prior do Convento de Santo Domingos de Guzman de Tunja, Mestre de Pé-noviços, Síndico da Província. Na Universidade de Santo Tomás de Colômbia foi Reitor Geral, Vice-Reitor Administrativo e Financeiro na Sede de Villavicencio, docente do Departamento de Humanidades e da área de ciências económicas e administrativas e integrante do grupo de investigação na linha de Desenvolvimento Humano adstrito à Faculdade de Economia através do Centro de Estudos Economia e Humanismo Louis Joseph Lebret. Foi Presidente da Rede de Universidades Católicas de Colômbia.

«Assumo o ofício de Promotor Geral do Laicado com o objectivo de continuar a animar os jovens e as fraternidades que integram o laicado dominicano, e daqueles que desejam conhecer e aprofundar o carisma e a espiritualidade da Ordem dos Pregadores ao serviço da Igreja».

Fonte: IDI, trad. GS