Author Archives: Gabriel Silva

406 – Laicado Dominicano Março/Abril 2021

 


Ladaínha a São José

Senhor, tende piedade de nós
Cristo, tende piedade de nós
Senhor, tende piedade de nós
Cristo, ouvi-nos.
Cristo, atendei-nos.
Pai celeste, que sois Deus, tende piedade de nós.
Filho, Redentor do mundo, que sois Deus, tende piedade de nós.
Espírito Santo, que sois Deus, tende piedade de nós.
Santíssima Trindade, que sois um só Deus, tende piedade de nós.

Santa Maria,
São José,
Ilustre descendente de David,
Luz dos patriarcas,
Esposo da mãe de Deus
Castíssimo guarda da Virgem,
Pai nutrício do Filho de Deus,
Chefe da Sagrada Família,
José justíssimo
José castíssimo,
José fortíssimo,
José obedientíssimo,
José fidelíssimo,
Espelho da paciência,
Amante da pobreza,
Modelo dos trabalhadores
Glória da vida de família,
Guarda das virgens,
Consolação dos infelizes,
Sustentáculo das famílias,
Esperança dos enfermos
Padroeiro dos moribundos
Protector da Santa Igreja.

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, perdoai-nos, Senghor.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, ouvi-nos, Senhor.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.

V. Estabeleceu-o Senhor da sua casa.
R. É príncipe de todos os seus bens

V. Oremos: Ó Deus, cuja inefável providência se dignou escolher o bem-aventurado S. José para esposo da vossa Santíssima Mãe, fazei que mereçamos ter por intercessor no Céu aquele que na terra veneramos como protector: Vós, que sois Deus com o Pai, na unidade do Espírito Santo.
R. amen


Ano Família Amoris Laetitia 2021-2022

Para saber mais:

  1. brochura de apresentação
  2. Projecto

 


19 de Março – São José

Ó glorioso São José, a quem foi dado o poder de

tornar possível as coisas humanamente

impossíveis, vinde em nosso auxílio nas

dificuldades em que nos achamos.

Tomai sob vossa proteção a causa importante que vos

confiamos, para que tenha uma solução favorável.

Ó Pai muito amado, em vós depositamos toda a

nossa confiança. Que ninguém possa jamais dizer

que vos invocamos em vão. Já que tudo podeis

junto a Jesus e Maria, mostrai-nos que vossa

bondade é igual ao vosso poder.

São José, a quem Deus confiou o cuidado da mais

santa família que jamais houve, sede, nós vos

pedimos, o pai e protetor da nossa, e impetrai-nos

a graça de vivermos e morrermos no amor de

Jesus e Maria.

São José, rogai por nós que recorremos a vós.

 

 

Oração de Jorge Bergolio/Papa Francisco


Irmã Maria Domingos (1936-2021)

Do site Retalhos da vida de um frade, do fr. Fiipe Rodrigues, retiramos o seguinte texto referente à Irª Maria Domingos:

«Faleceu hoje, na sequência do Covid, a Irmã Maria Domingos, monja dominicana, fundadora do Mosteiro do Lumiar, encerrado há poucos anos. A Ir. Maria Domingos nasceu a 26 de Fevereiro de 1936. Ingressou no mosteiro de Fátima, onde fez o seu noviciado como monja dominicana. De lá partiu para o Porto, para o mosteiro dominicano que então havia lá. Em 1982, juntamente com outras irmãs, depois de terem passado algum tempo em Prouille (primeiro mosteiro da Ordem) fundam o mosteiro do Lumiar, propriedade que pertencia aos frades dominicanos irlandeses. A Ir. Maria Domingos distinguiu-se sempre pela sua forma de estar na Igreja e no mundo: simplicidade, humildade, discrição e muita alegria. Prioresa durante alguns mandatos foi sempre a alma do mosteiro, abrindo as suas portas e portões às várias pessoas e grupos que viam no mosteiro um lugar de acolhimento e de paz. Como a beleza está muito ligada à simplicidade, juntamente com as irmãs da sua comunidade cuidaram sempre, muito e bem, do exterior e do interior do mosteiro. Ensinaram-nos que a beleza está nos pequenos gestos, que o acolhimento é sempre mais belo que a recusa, que há mais alegria em dar do que em receber, que ser contemplativo é um acto de união com Deus e com as pessoas. Aquela comunidade foi um sinal do que significa viver do trabalho: os doces que fabricavam, os livros que vendiam, as conferências que promoviam, a arte que disponibilizavam fez delas uma verdadeira casa de pregação. A Ordem Dominicana deve-lhe muito e nós, dominicanos, também muito lhe devemos. Acreditamos que quando morremos voltamos para junto de Deus. Para nós, dominicanos, é mesmo ver face-a-face Aquele que contemplámos e pregámos. Que agora, junto de Deus, viva na alegria que não tem fim».


405 – Laicado Dominicano Janeiro/Fevereiro 2021


Textos e documentos referentes ao Laicado Dominicano (1982-2020)

 


Oração do Jubileu


Abertura do Jubileu em Bolonha

Palavras de Frei Gerard Timoner OP, Mestre da Ordem em Bolonha, 06/ 01/ 2021

Acabamos de celebrar a Eucaristia, o sacramento de ação de graças a Deus pela graça da sua Epifania, a sua revelação como “Lumen Gentium”: Luz das nações. De maneira especial agradecemos a Deus por ter doado a nós São Domingos, o fundador e primeiro frade da Ordem dos Pregadores, que nós chamamos com devoção “Lumen Eclesiae”: luz da Igreja. Celebramos com simplicidade, nesta Epifania, a manifestação do amor e da solicitude do Senhor para com São Domingos e para com a Família Dominicana, há mais de oitocentos anos.

O primeiro elemento que Deus criou foi a luz e é maravilhoso o fato de como o movimento de muitas criaturas está influenciado pela luz. Os cientistas chamam este movimento de “fototaxia”, quer dizer: o movimento que se orienta na direção de uma fonte de luz. A fototaxia é positiva quando um organismo, vegetal ou animal, se orienta na direção da luz. Temos fototaxia negativa quando se afasta da luz.

São Domingos é “lumen Eclesiae” porque toda a sua vida se orientou na direção de Cristo, “Lumen Gentium”. Como luz, São Domingos pode ser comparado com a lua, mais do que com o sol. Jesus é a única Luz verdadeira do mundo e como todos nós, batizados em Cristo, São Domingos simplesmente reflete a luz de Cristo. Este é o que os Padres da Igreja chamam de “ministério lunar”, que consiste em refletir a Luz de Cristo, assim como a lua reflete a luz do sol.

Sabemos que a intensidade de luminosidade da luz da lua depende da sua posição com relação ao sol. A intensidade da luz que temos depende, sobretudo, do nosso relacionamento com Cristo. São Domingos é “lumen Eclesiae” porque toda a sua vida está orientada e exposta a Cristo. Nada tem nele que bloqueie a luz que vêm de Cristo, e por causa disso, Domingos reflete esta luz de maneira mais completa e luminosa.

Hoje celebramos a abertura do Jubileu do nascimento para a vida eterna de São Domingos, “lumen Eclesiae”. Em nome da Ordem Dominicana, agradeço sua eminência o cardeal Matteo Zuppi, por ter presidido a celebração desta Eucaristia. Agradeço também pelo apoio constante e total que vem dando para a celebração deste Jubileu e pela sua amizade e proximidade com os dominicanos.

Agradeço também as autoridades civis e religiosas e todas as pessoas que colaboraram para preparar e animar esta Liturgia. Agradeço a Frei Fausto Arici, Prior Provincial da Província São Domingos na Itália, Frei David Pedone, Prior deste Convento, no qual descansam os restos mortais de São Domingos e a todos os frades que organizaram esta celebração. Agradeço a Frei Philip Wagner, Presidente do Comitê para o Jubileu, por ter organizado a celebração jubilar nestes tempos incomuns. Agradeço a Frei Bruno Cadoré, que encaminhou esta preparação junto com Frei Gianni Festa, Postulador Geral da Ordem.

Obrigado a todos vocês queridos irmãos e irmãs. Meus votos de uma boa celebração do Ano Jubilar!

Frei Gerard Timoner OP

(via Justiça e Paz OP-Brasil)


Abertura do Ano Jubilar em Roma

A cerimónia de abertura do Ano Jubilar por ocasião dos 800 anos de falecimento de São Domingos de Gusmão (1221-2021), pode ser acompanhada directamente da Basílica de São Domingos, em Bolonha, através desta ligação a partir das 19.00 em Portugal:

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