Category Archives: Mestre-Geral

MÊS DOMINICANO PARA A PAZ – Dezembro 2018

 

Recursos:

Folheto:  inglêsespanholfrancês

Labirinto: inglêsespanholfrancês


Carta do Mestre Geral: «A santidade de Domingos, uma luz para a Ordem dos Pregadores»


Carta do Mestre-Geral de preparação para a Assembleia Mundial das Fraternidades

 

Carta del Maestro de la Orden a los laicos que prepararán el congreso internacional del laicado dominicano (em castelhano)

Letter of the Master of the Order to the laity  who will prepare the Intemational Assembly of the Dominican Laity  (em inglês)

Lettre du Maître de l’Ordre aux laïcs qui allez préparer l’assemblée internationale du laïcat dominicain (em francês)


Carta aos leigos da Ordem dos Pregadores

Roma, 25/01/2018, festa da conversão de São Paulo

Estimadas irmãs e irmãos leigos/as da Ordem dos Pregadores,

É no espírito da celebração do Jubileu da Ordem que me dirijo a vocês que, durante estes próximos meses, prepararão o congresso internacional do laicado dominicano. Em todas as regiões, esta assembleia será indubitavelmente, um evento muito importante de celebração da graça dada a Ordem de ter irmãs e irmãos leigos como membros ativos de sua missão. Segundo a especificidade de cada região, também será uma oportunidade para considerar novamente a forma em que a vocação laica é, mais que nunca, essencial para que a Ordem integre, da melhor maneira possível, a proclamação da boa nova da vinda do Reino. Para toda a Ordem, e de acordo com a visão do congresso para a missão da Ordem que marcou a celebração do Jubileu em janeiro de 2017, expresso o desejo de que esta reunião seja motivo de uma exigente chamada a uma criatividade apostólica que integre verdadeiramente a participação específica dos leigos da Ordem. É assim que esta última poderá servir melhor ao mundo e a Igreja mediante a pregação. Oitocentos anos depois da determinação de Domingo de enviar os seus irmãos aos quatro cantos do mundo conhecidos em seu tempo, me parece que este envio necessita hoje de uma atualização, não somente mantendo o interesse por uma dispersão “geográfica”, mas também buscando estabelecer a pregação da Ordem, enriquecendo-a com diversidade de culturas e de estados de vida e entendendo que é através da riqueza desta diversidade que a Ordem se encontra hoje chamada a manifestar sua identidade de ser apenas um “corpo de pregação” enraizado na comunhão em uma única chamada a “ser totalmente deputados, representantes da evangelização da Palavra de Deus”.

Como todos sabemos, a realidade das Fraternidades Laicas da Ordem é muito diversa segundo a região; o seu dinamismo é desigual aqui e ali, e sua integração plena na vida da Ordem varia. Também sabemos como podemos demorar demais e gastar muita energia para nos questionarmos sobre a “identidade” dominicana das fraternidades sem que sempre se consigam os frutos da vida que esperamos. No entanto, como muitos de vocês, estou convencido de que a vida dos leigos da Ordem não virá de uma tensão nas formalidades e estruturas, mas na audácia de escutar o chamado feito à Ordem, porque é a Ordem dos Pregadores, para servir a missão da Igreja que, como Povo de Deus em peregrinação na história (Lumen Gentium), se converte incessantemente no que é chamada a ser proclamando a vinda do Reino. Não é este o caminho pelo qual nos guiam tantos dominicanos laicos, como Pier Giorgio Frassati ou Giorgio La Pira? Segundo o Concílio Vaticano II, é essencial recordar que os leigos mediante o seu baptismo são «feitos participantes, a seu modo, da função sacerdotal, profética e real de Cristo » e «exercem na Igreja e no mundo a missão de todo povo cristão» (Lumen Gentium 31).

O símbolo da fraternidade

A decisão de referir-se aos membros laicos da Ordem não mais como “Ordem Terceira”, mas como “Fraternidades Leigas dominicanas” destaca um aspecto central da proclamação do Reino que, com toda a Ordem vocês estão chamados a desenvolver. Para Domingos, que desde o começo da sua missão no Languedoc quis que o chamassem de “Irmão Domingos”, a fraternidade está estreitamente conectada com a proclamação do Reino. Irmãos e irmãs que não se reúnem depois de eleger-se entre eles, mas que se recebem como amigos de Deus, aprendendo uns com os outros como converter-se em membros e actores de uma família de filhos e filhas do mesmo pai. Ser um símbolo de fraternidade no coração da vida secular é ser um sinal de que os humanos levam dentro de si a capacidade de viver como irmãos, ou seja, estabelecer entre eles relações que, assumindo a sua diversidade, os unem em solidariedade na mesma filiação e no mesmo desejo de serem enviados a este mundo como testemunhas da Palavra e da vida da graça de Deus.

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Mês Dominicano para a Paz – Carta do Mestre-Geral


Carta do Mestre-Geral sobre próximo Sínodo


Carta do Mestre-Geral: «Mendicantes e solidários: para uma cultura da solidariedade ao serviço da pregação»

Carta escrita por Fr. Bruno Cadoré, Mestre Geral da Ordem

Mendicantes e solidários: para uma cultura da solidariedade ao serviço da pregação

 

Num mundo carregado de riqueza e existindo uma circulação de dinheiro sem precedentes, mas onde o abismo entre ricos e pobres aumenta cada vez mais, a Ordem não pode permanecer indiferente, nem permitir que as «lógicas do mundo» determinem as relações entre nós. Por isso, devemos desenvolver entre nós uma «cultura da solidariedade», autêntica e exigente, tornando a nossa pregação enraizada na procura de um mundo mais igualitário. Esta cultura também pode ajudar a fortalecer a nossa unidade, que é uma característica fundamental da nossa Ordem.

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Carta do Mestre-Geral: O LAICADO DOMINICANO E A PREGAÇÃO


Carta do Mestre Geral: As dominicanas e a evangelização


A missão da Família Dominicana